O fim do mundo está na moda. Enquanto a humanidade corre pra salvar o que resta do planeta, o cinema se encarrega de destruí-lo. O filme 2012 está em cartaz no mundo todo, e gera polêmica ao falar sobre uma possível lenda Maia sobre o fim do planeta Terra, no ano de 2012.

Mas muito antes de estrear nas salas de cinema, o fim do mundo já estava nas letras de muitas canções. Bob Dylan em sua Talkin’ World War III Blues já cantava sobre uma possível 3ª Guerra Mundial que iria destruir o planeta.

Um pouco mais atual, a música It’s The End Of The World As We Know It do R.E.M, fala sobre o fim do mundo de uma maneira mais semelhante a temática 2012, através de um desastre natural.

Antes da humanidade se assombrar (ou rir) com a premodição dos Maias para o fim dos tempos, a data marcada para a destruição da terra, era o ano 2000. Quase 10 anos se passaram desde esse ano, e nada aconteceu. Mas Prince, em sua música 1999 relata seu último dia na Terra na virada para o ano 2000.

Metáforas ou não, o fim do mundo sempre  foi algo recorrente dentro das artes. Afinal, não dizem que é para isso que serve arte: para tentar resolver coisas mal-resolvidades na humanidade? E o que há de mais mal-resolvido do que a própria morte, não é mesmo?

Enquanto isso, em vez de nos preocuparmos com essas questões fundamentológicas, vamos seguir o exemplo de Dinho Ouro Preto e sua Natasha “O mundo vai acabar, e ela só quer dançar…”

Por Fabrício Teixeira

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